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by Vania Siguel

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terça-feira, 12 de junho de 2012

DIA DOS NAMORADOS



Homenagem ao meu doce e querido amor!!!

Para viver um grande amor (Vinicius de Moraes)

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso - para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... - não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro - seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada - para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade - para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor in faut, além de fiel, ser bem conhecedor da arte culinária e do judô - para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito - peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista - muito mais, muito mais que na modista! - para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs - comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto - pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente - e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia - para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que - que não quer nada com o amor.
Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva obscura e desvairada não se souber achar a bem-amada - para viver um grande amor.

Texto extraído do livro "Para Viver Um Grande Amor" José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1984, página 130.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Maturidade afetiva

Achei muito interessante esse texto e quis ocmpartilhar com voces.

Um dos maiores sofrimentos em nossa maneira de nos relacionarmos são as sérias dificuldades na comunicação. O crescimento emocional e a maturidade afetiva são a base das relações saudáveis e de uma sociedade madura. Na verdadeira comunhão aconchega-se a mudança mais potente.

“Em nossa sociedade contemporânea, o ser humano se vê cada vez mais privado do reconhecimento essencial que implica a confirmação afetiva de sua existência” (Frans Veldman).

A vida afetiva humana, com suas interações, relações e sua problemática intrínseca, é a trama que sustenta o mundo em todas suas esferas, tanto privadas como públicas. No entanto, as potencialidades afetivas são freqüentemente asfixiadas, subestimadas, descuidadas, quando não ignoradas. Amadurecer e crescer são, antes de mais nada, tarefas individuais, e seu reflexo mais fiel se projeta no espelho da sociedade.

Não se pode evoluir e crescer como ser humano íntegro sem desenvolver e amadurecer emocionalmente. Não há sociedade madura sem indivíduos íntegros. A imaturidade política, social e educativa que rege nossa cultura é expressão da imaturidade emocional dos indivíduos que a integram; sob a aparência de adultos, a grande maioria são seres que evolutivamente mal superam a infância precoce ou a puberdade (1).

Desenvolver o núcleo mais íntimo de nosso ser, desenvolver a própria identidade como a capacidade de formar e manter relações, constituem as propriedades mais importantes de todo ser humano.

Identidade e alteridade são as duas caras de uma dimensão primária da existência humana. Se um ser se transforma realmente em adulto, se a pessoa atinge certa liberdade, é também livre em seus comportamentos e isto implica uma fluidez de papéis e responsabilidades nas relações interpessoais. A capacidade de amar profundamente e estabelecer autênticas relações humanas é imprescindível.

Também somos capazes de criar diferentes tipos de relações e estas adquirem muitas formas: relações superficiais e sem um verdadeiro contato, modelos de dependência nos vínculos que bloqueiam a individualidade ou distorções e perturbações na comunicação.

Mas o mais importante passa inadvertido: psicologicamente, continuamos prolongando a precoce dependência emocional da infância, e com essa profundidade psíquica encaramos o mundo e a própria vida. É complexo viver, mas a maior parte da pena e do conflito é conseqüência direta do estado de imaturidade psicológica em que nos encontramos e que nem sequer é advertida como tal.

OS TEMPOS DA VIDA

Se o destino natural de todo ser humano é crescer e amadurecer: por que se torna tão difícil atingir uma verdadeira maturidade afetiva? Muitos nem sequer se propõem isso; vivem tão ocupados em atingir o sucesso, o poder, o dinheiro e o reconhecimento, projetos meramente externos, que nunca conseguem relacionar suas ânsias e suas angústias profundas com a falta de crescimento afetivo e espiritual. E muitos outros guardam o desejo de amadurecer e evoluir, mas são muitos os obstáculos que encontram, e confundidos, frustrados ou resignados, claudicam na busca interior ou acabam consumindo fórmulas mágicas e alheias que, inevitavelmente, afastam e desviam do próprio caminho vital.

A vida é um drama formativo; drama entendido como o desenvolvimento de experiências vitais e simbólicas que marcam a passagem de uma etapa a outra de maior maturidade, de integração e auto-formação.

“Os jovens sabem que, para honrar a vida que seus pais lhes deram, devem deixar o pai e a mãe, ir ao encontro da sociedade e, longe da casa paterna, assumir sua feminilidade ou sua virilidade” (Françoise Dolto).

O caminho do amadurecimento é um processo de diferenciação e individuação psicológica; para crescer e amadurecer como verdadeiros seres livres e íntegros é necessário separar-se emocionalmente dos pais. Nenhum ser humano pode ser atributo, objeto ou complemento submetido à dependência de outro.

Quantos filhos estão fechados ao seu próprio desejo e vitalidade por pais que os pressionam com solicitação abusiva e mandatos esclerotizantes (2). O maior dom que os pais —verdadeiros ou substitutos— podem brindar aos filhos é separar-se e diferenciar-se deles — “cortar o cordão umbilical”— para que possam ter acesso a sua própria identidade, a um desenvolvimento emocional individual.

Não só os filhos devem “deixar o pai e a mãe”, são os pais, sobretudo, é que devem deixar os filhos irem embora. Alguns pais, muito poucos, permitem o crescimento e a abertura à vida, mas a grande maioria, devido às estruturas familiares rígidas e às carências emocionais próprias, freiam o processo natural de separação e diferenciação de todo crescimento.

Deste modo, cresce na tensão e na culpa e, sem saber, sob um estresse crônico que será a base de muitas relações emocionais perturbadoras. A maioria das pessoas continuam sendo psicologicamente filhos –“os filhos da infância”– e a maioria dos pais continuam exercendo o papel de “pais da infância”. Assim, a relação entre pais e filhos permanece ancorada nos primeiros anos infantis ou, no melhor dos casos, na adolescência (3).

A imaturidade da relação entre pais e filhos continua vigente ao longo da vida —por isto continua sendo uma relação conflitiva— e se projeta em todas as áreas do mundo adulto. Em grande parte da sociedade os papéis que os adultos cabais deveriam exercer estão nas mãos de “meninos dependentes” ou “adolescentes desenfreados” emocionalmente —ainda que em aparência possuam atributos de poder e autoridade—. Queremos realmente amadurecer? Do ponto de vista físico, não temos outra opção, mas quanto ao psicológico e espiritual, podemos decidir deter-nos, não atravessar o próximo portal e, se aparentemente avançamos, num nível mais profundo dizemos “não”.

Cada etapa concluída é o fundamento da seguinte. Confiar nos tempos da vida e em suas oportunidades para crescer e amadurecer nos proporciona a segurança básica e fundamental para viver.

Quando nos transformamos em adultos? Quando encontramos em nós mesmos nossa verdadeira fonte de vida e criatividade; quando chegamos a ser nossa própria mãe, nosso próprio pai e, portanto, nosso próprio filho. Se formos suficientemente livres, autônomos e fortes, aprendemos a relacionar-nos de um modo mais saudável e maduro, sem criar dependências nocivas e ataduras.

“LO MEJOR QUE SE TIENE“ (*)

Não temos consciência de tudo o que significa o prolongamento emocional de nossa infância. As maiores dificuldades nos vínculos se encontram ancoradas no mundo das vivências infantis; vivências dolorosas não superadas e que são recriadas nos estados emocionais incompreensíveis na vida cotidiana de um adulto. O que é uma neurose? O conflito infantil básico que subsiste e é transformado num sofrimento crônico, mais as atitudes repetitivas diante dos novos desafios vitais. Os conflitos e traumas de nossa história pessoal que não foram superados, voltam a expressar-se sob uma repetição implacável, cada vez mais compulsivamente. Extrair a mistura de passado e presente é o verdadeiro trabalho da maturidade (4). Uma pessoa madura, afetiva e espiritualmente, vive no presente.

Sempre que se entra em contato com o outro, nós nos encontramos nele, e este se transforma em nosso espelho. No espelho de nossas relações é onde mais aprendemos a nosso respeito.

“Cada um quer salvar sua alma, suas coisas, quando o que temos realmente é o outro. E o outro é nosso espelho humanizante” (Gerard Mendel).

Todos somos seres de relação e nosso anseio mais profundo é comunicar-nos. As comunicações são o que compartilhamos e em cada um de nós existe um forte impulso para comunicar nossas experiências. A comunicação é uma situação de interação e de mútua resposta; condições essenciais para que se desenvolva um prazer recíproco entre os que se comunicam.

A capacidade de falar é uma das qualidades fundamentais do ser humano. Mas há muita “conversa fútil” para ganhar afeto e nossa maneira de comunicar tem mais a ver com um processo de aturdimento mútuo que de escuta e profunda percepção. Quando as pessoas se vêem entre si claramente, alenta-se o aprofundamento do ser.

Psicologicamente, aprender a falar é aprender a dar voz aos próprios sentimentos e necessidades, e ao infinito universo que abrigamos em nós. Engolir os sentimentos e permanecer num silêncio forçado é reter interiormente a espontaneidade vital e entumecer a alma.

Há muitas maneiras de evitar o contato pleno com o que é profundo e autêntico de nós mesmos, o que impede ter um coração aberto para entrar em contato com o outro. Todos nós nos defendemos por medo. Por medo há pessoas que congelam e bloqueiam sua afetividade; outros vivem numa explosão irruptiva e indiscriminada de suas emoções —pânico dirigido para fora—; e estão auqeles que vivem mergulhados numa implosão de sentimentos, fechando o contato exterior a fim de preservar seu mundo interno —pânico dirigido para dentro—.

Há aqueles que introjetam e aceitam as opiniões dos outros sem nenhum discernimento e sem prestar atenção ao que eles mesmos sentem; e há aqueles que vivem projetando, atribuindo aos outros características que não estão dispostos a reconhecer neles mesmos, proliferando culpas e acusações.

Como podemos amar-nos quando tantas vezes nos detestamos e projetamos nos demais o que detestamos? Olhar para fora e ver-se dentro, a atitude de enfrentar claramente os outros e a si próprio é a qualidade mais apreciada da maturidade. O melhor que temos não são as virtudes adquiridas nem as metas obtidas; no verdadeiro contato com a gente mesmo e com os outros —não há um desejo mais profundo— ocorre um estremecimento de autenticidade e um relâmpago de reconhecimento da vida com seus dons.

O MISTÉRIO DE DAR (**)

“A maioria das pessoas vivem num deserto emocional e não sabem disso ou vivem sem certa profundidade, passando por alto a própria vida. E o amor em vez de dar-se, exige ” (Clarice Lispector).

O que resta do amor quando a idealização, a negação da verdade, a dominação e o controle, os sentimentos de culpa e o fingimento são os componentes de um vínculo que nos obriga a funcionar com uma máscara e sem uma verdadeira comunhão? Esta relação distorcida e mascarada é a que se entende universalmente como “amor”. O amor por obrigação não é amor; quando numa comunicação autêntica se aspira a reconhecer, admitir e compartilhar sem medo o que se é e se sente, a pessoa se desprende de tudo o que é mentira e hipocrisia. Em toda relação sempre há um intercâmbio, há algo que se toma em troca de algo que se dá. O mistério de dar não se pode cindir do dom de receber. Irradiar sem se empobrecer é algo que ocorre com aqueles que possuem um coração livre e aberto.

(*) Título de um livro de Griselda Gambaro.
(**) Título de u uma peça teatral de Griselda Gambaro.
(1) Os graves conflitos com seu consecuente deterioro na vida política, social e educativa da sociedade, refletem o grau de imaturidade de nossos vínculos, cujo nível de dependência passa a ser um comportamento parasitário, baseado no mútuo uso e exploração.
(2) Familias nas quais os filhos aceitam com um “sorriso de boa educação” as obrigações tácitas e internalizadas de submeter-se às “regras familiares” para sustentar a suposta “unidade da familia”, sufocando o crescimento emocional e traindo seu próprio amadurecimento.
(3) Como os pais podem tolerar que seus filhos cresçam, quando eles mesmos nunca superaram o umbral da infância ou da adolescência?
(4). Quem não experimenta ou nega o poder do inconsciente, acha ingênuo tentar compreender a atividade adulta sob a perspectiva infantil.
Autor: Ángela Sannuti. Artigo publicado na revista Criterio, www.revistacriterio.com.ar

terça-feira, 22 de maio de 2012

Dicas de configuração de mesa para jantares.


Chega uma hora na vida de todos nós em que precisamos ir (ou realizar)algum jantar, uma recepção, uma homenagem, um jantar do escritório.
Independentemente da situação, nós temos que saber como arrumar uma mesa de jantar e como é a etiqueta clássica em uma refeição especial.
Então vamos lá: Como arrumar uma mesa?
Apesar de cada vez mais pessoas adotarem o estilo de servir americano (em que os pratos e talheres ficam na mesa, as pessoas se servem sozinhas e comem onde lhes der na telha), é sempre bom saber a etiqueta clássica para não fazer feio quando a oportunidade aparecer.
Talheres: São os itens que mais deixam as pessoas com dúvidas (e em pânico). Para que serve aquele monte de garfos, facas e colheres? Nós explicamos.
É simples: a ordem dos talheres segue a ordem em que os pratos serão servidos, de fora pra dentro.
Para a entrada e couvert, você irá usar os talheres mais afastados do prato, ao passo que para o prato principal, são os talheres de dentro.
Na direita, somente facas e colheres e na esquerda, os garfos.
Acima do prato ficam os talheres de sobremesa. Colher acima, garfo no meio e a faca por último.
Todas as lâminas devem apontar para o centro do prato.
Copos: Devem ser alinhados na diagonal e sob uma ordem decrescente. O maior copo ou taça deve estar alinhado com os talheres da esquerda e o menor copo com os talheres da direita. Você pode ainda agrupá-los em duas fileiras. Se você tem dúvidas de qual é a taça certa para cada tipo de vinho, consulte o nosso post sobre a taça de vinho perfeita!
Guardanapos: De pano, sempre. Você pode colocar um guardanapo de papel minúsculo abaixo do principal para as mulheres secarem o batom e não sujarem o guardanapo de pano. Mas isso é opcional. Os guardanapos devem estar dobrados e localizados sobre o prato. Se você não conhece nenhuma dobradura, recomendamos o uso do anel para guardanapo, que são mais fáceis de usar, sem perder a elegância. Se o guardanapo for muito grande para o prato, coloque-o a esquerda dos garfos.
Acessórios: Pode-se colocar um prato menor para servir pão. Se ele vier acompanhado de algum antepasto, uma faca menor e especial para servir patês deve ser colocada sobre cada prato, na diagonal. Outros acessórios para mesa podem ser usados, como um prato menor para se depositar espinhas de peixe, por exemplo.
Saleiros e pimenteiros à mesa são polêmicos. Os franceses consideram um insulto à comida e ao chef. Por via das dúvidas, deixe-os na cozinha. Se você não tiver esse problema, entretanto, deixe claro que os temperos estão disponíveis. Além de saber realizar um jantar chique, você precisa saber como se portar em um evento assim.
Algumas dicas e gafes a serem evitadas, para você arrasar nos eventos, like a gentleman.
A dica vital que nós podemos dar é: se você não sabe como proceder ou como funciona algo, encarne a sua melhor cara de paisagem e observe o que os outros estão fazendo .
Imite-os. Se possível, dê uma conferida na mesa de jantar antes dele ser iniciado, para saber o que lhe aguarda.
Na hora do jantar em si, sempre é o anfitrião quem se senta (e levanta) primeiro. Espere que alguém lhe indique um lugar. Servir-se só está liberado se o anfitrião assim o disser. Caso contrário, espere que alguém lhe sirva. Todos também só começam a comer após o anfitrião.
Como explicamos acima, os talheres são usados de fora pra dentro. O primeiro prato será degustado com os talheres mais exteriores, até chegar ao prato final.
Guardanapos devem ser dobrados e colocados acima do joelho, sempre.
Só peça sal e pimenta se eles estiverem à mesa ou se o dono do jantar avisar que eles estão disponíveis. Caso contrário, supere o tempero e bola pra frente. Não separe ingredientes que não lhe apetecem em um canto do prato. Isso é uma desfeita ao chef. Essa atitude só está permitida em casos de extrema necessidade, caso você tenha alergia a algo, por exemplo. É costume ao ser convidado para um jantar, levar alguma bebida (como um vinho) ou um aperitivo.
Se for sua primeira visita, leve flores ou algum presente para a casa. Jamais fume à mesa ou dentro da casa do anfitrião. Na hora de ir embora, não se esqueça de agradecê-lo pessoalmente pela noite. Algumas regras antigas determinam que os convidados precisam oferecer um jantar em resposta ao que acaba de ser convidado, mas isso fica a gosto de cada um e da situação. Um costume que ainda é bem visto é agradecer pelo jantar no dia seguinte. Telefone ou mande um e-mail. Essa atitude demonstra que você realmente apreciou o convite.
Texto: mobly design

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Idéias para dia dos namorados

Chegando o dia dos namorados..temos que pensar no que programar, fazer, agradar a quem amamos.
Quem não gosta de um clima de romantismo??? E o dia dos namorados chegando, ta na hora de começar a planejar o que fazer.
Então algumas idéias que encontrei na net!
















domingo, 20 de maio de 2012

sábado, 19 de maio de 2012

Concordo plenamente!!!


Trecho lindo para compartilhar com vocês, a forma bonita que este poeta escreve.
...Pode ser banal, mas é isto:
amar é ser o guardião do sonho alheio.
Os surrealistas diziam: o poeta enquanto dorme trabalha.
Pois os amantes enquanto dormem,
se amam.
Se amam inconscientemente, quando
seus desejos enlaçam raízes e seivas.
O pé de um toca o pé do outro, a mão espalmada corre sobre o lençol e toca
o corpo alheio e, dormindo,
se abraçam animados.
...
...Amar é ser cúmplice do sonho alheio.
Passar a metade da vida dormindo ao lado do outro.
Há pessoas que vivem
25 anos - bodas de prata,
50 anos - bodas de ouro,
75 anos - bodas de diamante;
ao lado do outro, e não sabem com que o outro sonha.
E há quem passe uma tarde, uma noite ou uma temporada ao lado de um corpo e sabe seus sonhos para sempre...
Affonso Romano de Sant'ana

5 meses...6 meses...e assim por diante!!

A imagem fala por si!
É beleza..é inocência...é pureza...é a beleza de DEUS em uma imagem!!!
Imagem: google