Quero fazer pedidos de amor a Deus!!
Quero ter Deus comigo todos os dias de minha vida;
Quero ter sabedoria para entender e compreender os que me rodeiam;
Quero pedir a DEUS a paz que a humanidade tanto precisa;
Quero pedir a DEUS saúde e paz para minha familia;
Quero pedir a DEUS, proteção divina aos meus filhos amados;
Quero agradecer a DEUS os bons amigos que tenho,
Quero ser verdadeira com eles;
Quero abriga-los em meu coração sempre;
Quero agradecer a DEUS, por meu trabalho, que me traz bem estar e conforto.
Quero muito ver sorrisos de esperança e de alegria no mundo todo;
Quero agradecer a DEUS, por ter olhos perfeitos para ver o entardecer e as lindas estrelas esculpidas no céu...ouvidos perfeitos para ouvir o canto dos pássaros ao amanhecer;
Quero pedir a DEUS que esteja sempre presente em minha vida, pois sem ele nada sou, e com ele tudo posso!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Estrelas...estrelas....elas estão chegando!
Marc Jacobs, esta temporada foi focada no padrão de estrela da Dolce & Gabbana mania , após a temporada de inverno, o padrão mais preferido. As estampas Estrela estão definidas para ser o padrão mais quente do que o de bolinhas.
As revistas já estão divulgando por ai....
As revistas já estão divulgando por ai....
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Dica de moda
domingo, 7 de agosto de 2011
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia" de Marina Colasanti - Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia" de Marina Colasanti - Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996.
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Reflexão
sábado, 6 de agosto de 2011
Tendência jeans rosa no verão !
Vermelho, azul, verde, amarelo calças de brim coloridas que estão na boca de todo mundo nesta temporada (ou guarda roupa).. . Minha cor favorita denim cor Primavera-Verão 2011 em desfile de moda da Isabel Marante em NY, sucesso desde o momento em que encontrar um jeans rosa claro . Nesta temporada se não for possível usar , mas no verão 2012. Abra seu armário e retire sua calça jeans rosa claro.
As famosas já estão usando...charme só!!!!
As famosas já estão usando...charme só!!!!
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Moda
terça-feira, 26 de julho de 2011
PAZ SEM VOZ, É MEDO...
As estatísticas mostram uma sociedade diferente daquela com que sonhamos.A violencia tomou conta das ruas e estamos sem direito de ir e vir devido a violencia em que estamos vivendo, nao devemos esperar mais é importante que cada um de nós faça a parte que nos cabe, divulgando e exercitando os nossos direitos.
Diariamente, somos impactados pela agressividade no trânsito, pelo avanço das drogas, homicídios e tantas outras formas de violência que passaram a fazer parte de uma rotina que não deveríamos aceitar.
Este é o momento de nos unirmos e nos organizarmos para entender nosso papel na mudança deste cenário e na construção de uma cultura de paz.
Não podemos mais continuar calados. Precisamos mostrar o nosso poder de transformação. Porque uma sociedade precisa lutar pelos seus direitos. E neste movimento pela paz, a sua voz vai poder fazer toda a diferença.
A campanha lançada pela RPC do Paraná (vejam o site)é uma forma de divulgar e fazer com que todos nós possamos e façamos algo para mudar esse quadro que nos deixa cada dia mais insatisfeitos...vamos juntos participar!
Porque Paz Sem Voz é Medo.
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Cidadania
domingo, 17 de julho de 2011
Ilha de Mel - PR - Brasil
O lugar é muito gostoso, os moradores da ilha são uma gentileza e tanto...e as paisagens são de sonhar...fora o bom humor que ao chegar em encantadas o pessoal já presencia de imediato. A natureza exuberante, a fauna e a flora do local, e vejam só esse lagarto todo faceiro que estava andando pra la e pra sem medo dos visitantes...muito legal.
E tambem aproveitando para comer uma tainha assada, servida no restaurante Paraíso é uma delicia, sem esquecer o atendimento muito bom do local...
E tambem aproveitando para comer uma tainha assada, servida no restaurante Paraíso é uma delicia, sem esquecer o atendimento muito bom do local...
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Dica de viagem
sábado, 2 de julho de 2011
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