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by Vania Siguel

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Relações de amor saudáveis!


Hoje pensando sobre um fato acontecido, a alguns tempos atrás que presenciei, resolvi falar sobre essa questão do amor , esse sentimento que é tão importante em nossas vidas, mas ele é um sentimento que precisa de muitos cuidados.
O amor não é produto acabado, o amor não pode ser comprado, nem exigido e muito menos forçado.
O amor precisa ser cultivado, o amor precisa de tolerância, paciência, compreensão e criatividade.
Muitas pessoas entram em relações achando que ao conquistar (acham que conquistou e deixam a relação de lado), não precisam mais se preocupar em ter o cuidado de fazer um carinho, falar e estar junto com a pessoa de uma forma carinhosa.
A quem queremos como companheiro/a, temos que ter palavras doces, suaves.
A admiração pelo companheiro/a então nem se fale, a partir do momento que um não tem admiração pelo outro, sinceramente ali com certeza é um dos grandes problemas de um casal. Um relacionamento que um não valoriza o outro, a companhia do outro, está com certeza fadado ao fracasso e ao sofrimento.
Já presenciei relacionamentos que a mulher adorava criticar o marido na frente de parentes e amigos. Nunca vi essa mulher elogiar esse mesmo marido em público.
Equívoco total.
Se queremos bem aquele que está do nosso lado, quando necessário, temos que conversar/criticar quando estivermos sozinhos e se tivermos que fazer um elogio, ai sim, elogiar na frente dos outros.
Isso é saber viver um relacionamento e querer que ele de frutos.
Mesmo quando estamos chateados com algum problema, temos que ter autocontrole para não fazermos críticas em frente a filhos, família, amigos, etc.
Amor é sabedoria, é querer bem a quem está ao nosso lado.
Amor é consciência de que nem tudo são flores em um relacionamento, mas as flores podem ser belas se tivermos paciência e carinho para fazer com que elas cresçam dia após dia cultivando todos os aspectos para se ter uma relação saudável.
Vania Siguel

Arco-íris, céu, sol, chuva e mar!


De onde estou...hoje as 6:30 da manhã vi uma imagem que me encheu os olhos. E pensei meu DEUS, como o senhor é maravilhoso, como fez esta natureza espetacular.
Os meus olhos viram dividido por um arco-íris espetacular, de um lado uma chuva leve caindo sobre o mar e do outro lado do arco iris o sol brilhando levemente e outro arco-íris do lado que havia o sol, aquele sol do amanhecer, nascendo em alto mar.
Só a natureza espetacular pode nos proporcionar tais belezas. Talvez em palavras seja difícil de entender aquela beleza toda que meus olhos conseguiram ver ao amanhacer.
A grandiosidade e azul do mar, o azul do céu e o colorido do arco-íris são espetáculos indescritíveis.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Tolerar para ser feliz !


Ao pensar sobre esse tema, me veio a cabeça diversos pontos, que eu como a maioria das pessoas, gostaria de ser um pouquinho mais tolerante, me acho uma pessoa que precisa aprender um pouco mais sobre a famosa tolerância para poder ter uma vida melhor.
Tolerância tem a ver com paciência, com gentileza e até com bom humor.
Tolerância tem a ver com relacionamentos pessoais, trabalho, dia a dia, enfim uma infinidade de coisas que precisamos aprender.
Hoje estou escrevendo sobre esse tema pensando sobre o que se vê atualmente sobre o que falta nos relacionamentos atuais é a tão famosa tolerância.
Tolerância para tolerar manias, defeitos, jeitos, etc.
Pensando dessa forma que o homem é um ser social e que todos nós temos nossa individualidade, maneira de ser, agir, se expressar, temos que pensar que a tolerância é uma palavra que deve ser muito utilizada por todos nós se quisermos que nossos relacionamentos dêem certo.
A palavra tolerância provem do latim tolerantia, que por sua vez procede de tolero, e significa suportar um peso ou a constância em suportar algo.
E ai vem uma pergunta que às vezes incomoda.
E até onde podemos abrir mão da nossa individualidade, nossa maneira de ser para sermos tolerantes com atitudes que nos chocam ou nos fazem sofrer?
Mudamos muito de pensamentos, as vezes o que para um de nós é algo tolerável num momento, pode se tornar intolerável em outra hora, outro dia.
O limite da tolerância para cada um de nós é de uma forma.
Tem por um lado a questão de manter a individualidade e se perdermos nossa individualidade poderemos nos sentirmos pessoas vazias, sem personalidade.
Existimos como pessoas e somos pessoas cheias de defeitos, mas nem sempre gostamos de ser rotulados pelos nossos defeitos, e nossos modos etc.
Mas também se pensarmos se temos amor podemos suportar as coisas boas e coisas ruins da pessoa que está conosco, ou de algo pequeno e que estamos dando um peso maior que deveria, mas também devemos analisar que até as fortalezas não suportam os sofrimentos sem se perturbar com o que atingiu.
De fato, abandonar um mau costume e atuar de modo completamente oposto é uma tarefa que exige esforço e pode durar meses ou anos.
É trabalhar arduamente, dia a dia tentando superar algo que para a gente antes poderia ser insuportável de vivenciar.
E para terminar vale a pena recordar os ensinamentos de Sócrates, "A felicidade não pode vir das coisas exteriores, do corpo, mas somente da alma, porque esta e só esta é a sua essência. E a alma é feliz quando é ordenada, ou seja, virtuosa. Diz Sócrates: Para mim quem é virtuoso, seja homem ou mulher, é feliz, ao passo que o injusto e malvado é infeliz. Assim como a doença e a dor física são desordens do corpo, a saúde da alma é a ordem da alma - e esta ordem espiritual ou harmônica interior é a felicidade"
Vânia Siguel

sábado, 7 de janeiro de 2012

Amor do ontem e do hoje!


Li esse artigo e resolvi compartilhar com voces, a gente começa a refletir, de como é verdadeira a questao da solidao que as pessoas vivem atualmente, a gente ve gente ficando aqui, ficando ali e totalmente insatisfeitos, achando que podem substituir a todo momento sem se importar com sentimentos e o que isso vai gerando é a temida solidão e a tristeza, cada vez mais se isolando e achando que não precisam de ninguem. Por isso que acredito no amor e no verdadeiro sentimento, esse nao é comprado e nem conseguido sem uma relação verdadeira e saudavel.

Pare e pense por um instante: você já ouviu a frase de algum parente mais velho: "ah, no meu tempo não era assim"? Bem, isso é verdade. Basta olhar o seu círculo de amigos e perceber que os relacionamentos estão mais voláteis: há uma quantidade considerável de casais separados ou divorciados, cada vez mais homens e mulheres resolvem morar juntos em vez de oficializar um casamento, e o número de pessoas com quem os adolescentes se relacionam (mesmo que brevemente) é, sem dúvida, muito maior do que nos tempos dos nossos avós.

"Todo mundo quer se apaixonar e viver muitos anos ao lado de alguém de que goste, mas nem sempre é possível, como ocorria no passado. Pessoas que antes não se suportavam e ficavam juntas, hoje têm mais liberdade para sair de relacionamentos que lhe fazem mal", explica o especialista Sandro Caramaschi, professor de psicologia da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).

Desde o começo do século passado, várias mudanças sociais e religiosas influenciaram o modo como homens e mulheres viam os relacionamentos amorosos. O boom da liberdade sexual ocorreu com o Movimento Feminista e o surgimento da pílula anticoncepcional nos anos 1960. Esse método contraceptivo trouxe mais liberdade sexual para os casais que buscavam relações mais íntimas sem, contudo, se envolverem de modo permanente. "Como antes isso praticamente não existia e a sociedade era muito patriarcal e conservadora, as pessoas tinham relacionamentos mais confiáveis e duradouros", explica Caramaschi.

Com os novos tempos, mulheres que antes tinham dedicação exclusiva ao lar – isso implica marido e filhos – voltaram-se para o mercado de trabalho, tornando-se, muitas vezes, independentes financeiramente. "A mulher já não precisava mais ‘aturar’ um relacionamento conflituoso ou insatisfatório porque não dependia mais do marido", aponta a psicóloga Lidia Weber, professora de relacionamentos amorosos da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Aos poucos, esse comportamento trouxe um "efeito colateral", segundo Lidia. "Com o desenvolvimento do capitalismo, nosso mundo e nossas relações de consumo e afetuosas foram ficando cada vez mais descartáveis e efêmeras, o que também prejudicou namoros e casamentos." Dessa maneira, ela acredita que as novas gerações aprenderam que quase tudo é substituível e que, por isso, não investem muito nos relacionamentos interpessoais.

Casada há 48 anos, a professora aposentada Ivone Toledo Cruz, de 75 anos, acha que a independência dos jovens é ótima para os dois lados, porém, ela é da opinião de que falta a eles um pouco de perseverança nas relações do dia a dia. "Casamento é uma questão de diálogo e respeito, de procurar resolver os problemas a dois. Os jovens já casam pensando que se não der certo é só eles se separarem." E isso, para ela, causa solidão para muitos da nova geração. " Um pouco de persistência e tolerância não fazem mal a ninguém".
(Fonte: Bonde - Portal Vital/Unilever/)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Metas e o Ano Novo!

Quando o ano está para acabar, a gente ouve todo mundo falando dos seus planos para o novo ano, uns com metas na área pessoal, profissional, educacional, familiar, amorosa, etc...
Quando a gente tem desejos de transformação em alguma área de nossas vidas, é importante saber que as mudanças não ocorrem da noite para o dia.
Quando nós, principalmente as mulheres queremos de alguma forma emagrecer, não adianta se entupir de remédios, parar de comer, dietas mirabolantes, sendo que simples mudanças e que estão a nossa disposição tais como: fazer caminhadas, corridas, abrir mão da sobremesa após as refeições, comer sempre saladas e legumes, abrir mão do refrigerante, tomar sucos naturais, abrindo mão do açúcar, são atitudes simples e que fazem uma grande diferença para a saúde.
As mudanças geralmente exigem muito esforço e perseverança, por mais que tragam benefícios. Mesmo desejando mudar, algumas pessoas relutam e tentam seguir sua vida de sempre, ou procuram atalhos.
Muitos homens e mulheres com medo de sair da zona de conforto, seja profissional ou pessoal acreditam que é melhor não trocar o certo pelo duvidoso.
A mudança causa medo em muita gente, pois tudo que é novo, gera receios, até adaptação mesmo.
Insatisfeitas, muitas pessoas se colocam na posição de vítimas e culpam todos e tudo pelas frustrações que elas propriamente criaram.
É preciso que a gente reflita de forma sincera sobre nossas atitudes e escolhas ao longo da nossa preciosa vida.
É muito importante saber onde queremos chegar.
Um exemplo simples é querermos chegar a um determinado local, mas não sabermos o endereço e qual o meio mais fácil para se chegar ao destino, é como se programar para uma viagem e não saber para onde quer ir.
Com a nossa vida é a mesma coisa. É preciso ter um direcionamento do que queremos e buscamos para ser felizes, nem sempre é fácil, mas é preciso fazer com que as boas intenções se tornem ações.
Vânia Siguel

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Imperativos Cristãos

O ano está para acabar, pouquinhos dias nos separam do novo ano, esperanças que continuarão fazendo parte de nossos dias, esperança de dias melhores, agradecimentos pelo que temos e conquistamos ao longo do ano que está acabando, mas não devemos nos esquecer do real sentido da vida que é o AMOR! Amor ao próximo, amor incondicional, amor verdadeiro!!


Aprende — humildemente.
Ensina — praticando.
Administra — educando.
Obedece — prestativo.
Ama — edificando.
Teme — a ti mesmo.
Sofre — aproveitando.
Fala — construindo.
Ouve — sem malícia.
Ajuda — elevando.
Ampara — levantando.
Passa — servindo.
Ora — serenamente.
Pede — com juízo.
Espera — trabalhando.
Crê — agindo.
Confia — vigiando.
Recebe — distribuindo.
Atende — com gentileza.
Coopera — sem apego.
Socorre — melhorando.
Examina — salvando.
Esclarece — respeitoso.
Semeia — sem aflição.
Estuda — aperfeiçoando.
Caminha — com todos.
Avança — auxiliando.
Age — no bem geral.
Corrige — com bondade.
Perdoa — sempre.
Francisco Cândido Xavier.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Gandhi e sua sabedoria!


Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos.
Ele respondeu:
A Política, sem princípios;
o Prazer, sem compromisso;
a Riqueza, sem trabalho;
a Sabedoria, sem caráter;
os negócios, sem moral;
a Ciência, sem humanidade;
a Oração, sem caridade.

Se todos fizemos uma reflexão profunda nessas sábias palavras e as colocássemos em prática, todos nós sem distinção de idade, credo, raça,sexo, profissão, nível social e cultural o nosso país e as nossas cidades seriam um paraíso.
Será utopia??? Ou um dia vamos conseguir?
Fica aqui a pergunta.

domingo, 7 de agosto de 2011

Eu sei, mas não devia

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia" de Marina Colasanti - Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Tolerância ZERO!!!


Esse artigo faz a gente refletir sobre nossos dias atuais e como essa teoria poderia ser aplicada, se houvesse vontade e querer dos governantes que podem e devem fazer algo para melhorar a vida de todos nós. Muito interessante.

TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS
Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social.   Deixou dois automóveis abandonados na via pública; dois automóveis idênticos, da mesma marca, modelo e até cor.   Um deixado no Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e o outro em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia.
Dois automóveis idênticos, abandonados em dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada lugar.
Resultou que o automóvel abandonado no Bronx começou a ser vandalizado em poucas horas. Perdeu as janelas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, o automóvel abandonado em Palo Alto manteve-se intacto.
É comum atribuir à pobreza as causas de delito.  Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí, quando o automóvel abandonado no Bronx já estava desfeito e o de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.
O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o do Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?
Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais.
Um vidro partido num automóvel abandonado transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que vale tudo. Cada novo ataque que o automóvel sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a 'Teoria das Janelas Partidas', a mesma que de um ponto de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Quando se quebra um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o conserta, muito rapidamente estarão quebrados todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.
Quando se cometem 'pequenas faltas' (estacionar-se em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são punidas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Quando se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor às gangs), esses mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujeira das estacões, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno delito, conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, o prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de 'Tolerância Zero'.
A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana.
O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão 'Tolerância Zero' soa como uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança.
Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia. De fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.
Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.
Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pensamentos...sentimentos e palavras.


Sonhar com vc..é como receber a brisa no mar...depois de uma longa calmaria....o sopro em minhas veias..dando-me forças para navegar
no mar celestial...
por entre as estrelas......pra teus olhos encontrar...
é so mirar na estrela que mais brilha..
o norte dos meus sentimentos....assim...hei de te encontrar...algum dia...

quarta-feira, 9 de março de 2011

QUARTA-FEIRA DE CINZAS



"Um pouco mais de um mês, e vai chegar a festa mais importante do ano, a celebração do acontecimento central e máximo de toda a história da humanidade. Está se aproximando a Páscoa. E porque ela é tão grande, merece uma preparação à altura. Começa hoje quarta-feira a nossa preparação para a Páscoa. E como inauguramos esta preparação? Colocando cinza sobre a nossa cabeça, como sinal de penitência, isto é, como sinal de que estamos dispostos a nos alinharmos no caminho de Deus com seu projeto de justiça e paz para todos. Além disso, passamos esse dia fazendo jejum, também como sinal de penitência. Serão então quarenta dias de preparação: Quaresma…

Quarta-feira de cinzas! Celebramos neste dia o mistério do Deus misericordioso que acolhe nossa penitência, nossa conversão, isto é, o reconhecimento de nossa condição de criaturas limitadas, mortais, pecadoras. Conversão que consiste em crer no Evangelho, isto é, aderir a ele, viver segundo o ensinamento do Senhor Jesus. Numa palavra, trata-se de entrar no caminho pascal de Jesus. “Convertei-vos, e crede no Evangelho”: é o convite que Jesus faz (cf. Mc 14,15). Esta palavra, a gente ouve, recebendo cinzas sobre a nossa cabeça. Por que cinzas? É para lembrar que, de fato somos pó! Mas não reduzidos a pó!…

A fé em Jesus ressuscitado faz com que a vida renasça das cinzas. Quando o ser humano reconhece sua condição de criatura realmente necessitada da ação de Deus, em Cristo e no Espírito, então Jesus Cristo faz brotar vida de nossa condição mortal. Reconhecer-se assim, é entrar numa atitude pascal, isto é, de passagem com Cristo da morte para a vida.

Esta páscoa, a gente vive na conversão, através dos exercícios da oração, do jejum e da esmola ou partilha de bens e gestos solidários, no espírito do Sermão da Montanha. Páscoa que celebramos na Eucaristia, pela qual aclamamos Deus como aquele que, acolhendo nossa penitência, corrige nossos vícios, eleva nossos sentimentos, fortifica nosso espírito fraterno e, assim, nos dá a graça de nos aproximarmos do seu jeito misericordioso de ser, e nos garante uma eterna recompensa. Por isso que o sacerdote, em nome de toda a assembléia, canta na Oração Eucarística: “Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso…, vós acolheis nossa penitência como oferenda à vossa glória. O jejum e abstinência que praticamos, quebrando nosso orgulho, nos convidam a imitar vossa misericórdia, repartindo o pão com os necessitados […]
Pela penitência da Quaresma, vós corrigis nossos vícios, elevais nossos sentimentos, fortificais nosso espírito fraterno e nos garantis uma eterna recompensa” (Prefácio da Quaresma III e IV). Junto com a oferta total de Cristo ao Pai, pelo Espírito Santo, na Liturgia eucarística, une-se também a oferta de nossa penitência quaresmal. E Deus, por sua vez, nos recompensa com o corpo entregue e o sangue derramado de seu Filho Jesus, na santa comunhão.
Que o Cristo pascal nos ajude, para que o nosso jejum seja realmente agradável a Deus e nos sirva de remédio para a cura dos nossos vícios. E assim possamos celebrar dignamente a santa Páscoa de Cristo e nossa Páscoa.
Artigo retirado da internet: Frei Franciscano.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mensagem de Perseverança.


“Na aplicação de qualquer receita destinada à composição da felicidade, não se esqueças do aviso de que a felicidade nasce de ti mesmo.
Não aguardes do mundo a segurança que tão somente poderá ser construída por ti mesmo, dentro de ti.
Nunca menospreze o trabalho que a vida te confiou.
A tarefa que desempenhas hoje é a base de seu apoio futuro.
Aceita-te como és e com aquilo de que disponhas para realizar o melhor que possas.
Observa sempre que não existe criatura alguma destituída de valor e da qual não venhas a necessitar algum dia.
Quanto possível, conserva a luz da virtude que te norteia a elevação, mas não permitas que a tua virtude viva sem escadas para descer ao encontro daqueles que se debatem sob a ventania da adversidade a te pedirem socorro e compreensão.
Se fiel ao campo da verdade que abraças, sem desconsiderar a parte da verdade em que os outros se encontram.
Usa a paciência nas pequenas dificuldades para que não te falte serenidade nas grandes crises que todos somos levados a facear nas trilhas do tempo.
Não te apegues aos anseios da juventude, nem te acomodes com o cansaço de muitos que ainda não aprenderam a viver com a criatividade da madureza.
Recorda que até hoje ninguém descobriu o ponto de interação onde termina a fadiga e começa a ociosidade.
Em qualquer tempo exercita a fortaleza espiritual para que as tuas energias não se dissolvam, de inesperado, quando as calamidades da experiência humana se façam inevitáveis.
Resigna-te a transitar no mundo, entre os que se te revelem na condição de opositores naturais aos teus pontos de vista, mas não formes inimigos nem cultives ressentimentos.
Não abuses e nem brinques com os sentimentos alheios.
Guarda a tua paz, ainda mesmo nas grandes lutas.
Não creias em pessimismo e derrota, solidão e abandono, porque se amas conforme determinam as Leis do Universo, descobrirás a beleza e a alegria em qualquer circunstância e em qualquer parte da Terra.
E jamais desesperes, porquanto sejas quem sejas e estejas onde estiveres, ninguém te pode furtar o privilégio da imortalidade e nem te arredar do Esquema de Deus."
Emmanuel (Chico Xavier)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Ser um anjo...



Queria ser um anjo...
"...Queria realmente ser um anjo..
...Pois seria permitido...
..Amar a uma única pessoa..
...Mesmo sem ser correspondido...

Queria realmente ser um anjo..
..Ter a bondade na face, a sabedoria em um olhar..
..Saber sorrir, saber chorar..
..Saber entender aos simples, saber caminhar..
..E então ir ao encontro de todos..
..E a todos, amar..

..Por fim, queria realmente ser um anjo..
..E poder quebrar barreiras...
..Sentir o vento forte, e vencer o mar...
..Queria somente ser, um anjo..
...Para apenas poder voar."

Desconheço autor dessa poesia, agora a frase abaixo é minha e serve como reflexão.

A idade nao deve nos trazer somente rugas, mas devemos nos tornar sabios com as rugas que vem junto com a idade.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Dia 10 de Dezembro - Dia Internacional dos direitos humanos

É uma data importante para fazermos uma reflexão, sobre como estamos levando a sério essa questão de direitos humanos.
Direitos humanos para podermos andar livres e sem medo, sem medo dos assaltos, sem medo de roubos e assassinatos nas ruas. Um direito humano para nós que somos trabalhadores e temos esses simples direitos que muitas vezes nos são negados.
Direitos humanos para os tantos tipos de preconceitos, desigualdade, tanto de renda quanto de gênero,  preconceito de etnias, preconceitos de gerações, preconceitos regionais  e tambem o pior de todos que é o abuso contra crianças e adolescentes e tantos outros que ainda são gritantes no nosso Brasil, que tantos tentam dizer que não tem  preconceito , mas que tem e não assumem ou assumem de forma descarada e ignorante, porque não se colocam no lugar daqueles que eles discriminam.
Para se ter uma ideia a Declaração Universal dos Direitos Humanos é o documento traduzido no maior número de línguas, sendo  mais ou menos 360 traduções disponíveis.
FIQUE DE OLHOS ABERTOS! A LUTA É DE TODOS NÓS!
DENUNCIE !!!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Plantio certo...colheita fértil!


Fazer o melhor todos os dias é uma missão que devemos perseguir com muita determinação, força de vontade e muita coragem. Com esta visão especial do nosso mundo interior, estaremos evoluindo sem parar, mostrando que a nossa capacidade de criar novos horizontes supera todos os limites e nos leva por caminhos bem mais interessantes.
O plantio é livre, a colheita, obrigatória.Preste atenção no que você está plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Grande Charles Chaplin

Esta foto tirei no vale nevado no Chile, um lugar lindo.
Essa poesia de Chaplin pra mim é um pouco da imagem que essa foto transmite. Que de  nada adianta termos a grandeza  e imensas construções ao nosso redor, se não sabemos respeitar e apreciar as coisas simples que nos rodeiam todos os dias.

Pensamos demasiadamente
Sentimos muito pouco
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Receita de Bem Viver!

Sabe, as vezes a gente se pergunta como a internet, nos faz bem desde que saibamos utilizar não é mesmo? Recebemos tantas mensagens, imagens que são compartilhadas por todos, faz-nos bem repartir e compartilhar coisas belas e boas para que todos possamos crescer e melhorar a cada dia mais como pessoas, visto que vivemos ou acompanhamos tantas situações difíceis na vidas das pessoas, as vezes algumas palavras bonitas de ânimo e alegria nos trazem conforto e alegria, por isso que gosto de compartilhar aqui com vocês essas lindas e belas mensagens.
Receita de bem Viver!

1. Os desejos são ilimitados, o seu tempo não
Defina metas, prioridades na sua vida. Faça periodicamente uma revisão de seus objetivos.

2. Você é responsável e senhor da própria qualidade de vida
Defenda seus direitos. Aprenda a ser eficaz e a ter ritmo: trabalho/lazer/alimentação/repouso/inspiração/expiração.
A qualidade de vida é uma planta que necessita ser regada sempre.

3. Você é um só
Você só tem um coração. Portanto, faça uma coisa de cada vez. Tenha atividades e relações relaxantes.

4. Cuide do seu corpo
Escolha alimentos saudáveis, evitando agressões do tipo fumo, droga, excesso de bebida e comida.
Reduza a ingestão de café. Beba oito copos de água, no mínimo, por dia. Mantenha seus intestinos funcionando bem.
Faça atividades físicas, no mínimo três vezes por semana. Mantenha seu peso corporal em um nível satisfatório para você.
Ponha os pés descalços na terra por um mínimo de 20 minutos, em um lugar de muito verde, uma vez por semana.
Faça um check-up anualmente.

5. Cuide de sua mente
Seja seletivo com o que lê e vê. Reduza o hábito de assistir televisão. Exercite sua criatividade com música e artes em geral.
Faça coisas que nunca fez, indo a lugares a que nunca foi. Quebre rotinas e experimente o novo.

6. Que a sua casa seja um lar
Um lugar acolhedor que o receba ao final de um dia cansativo, oferecendo-lhe conforto, calor à sua alma, repouso e amorosidade.
Que seja um ninho para refazer as suas forças. Cuidado: não gaste todas as suas energias para ter uma casa e todos os bens de consumo do mundo moderno.
Pode não lhe sobrar nem um minuto para usufruí-los.
Tornar uma casa um lar é um aprendizado contra o stress.

7. Descubra quem é você
Qual é seu temperamento, quais são suas crenças? Seja coerente com elas. Defenda seu bem-estar.
Cultive um respeito saudável por sua individualidade e privacidade.

8. Não seja onipotente
Aprenda com os outros, procure ajuda necessária com amigos, médicos, terapeutas.
Ouça e veja, para depois identificar quem são os aliados necessários e aqueles a quem deve evitar.
Não avalie pessoas e situações com preconceito. Às vezes, a resposta de uma situação difícil e estressante está numa atitude ou pensamento inédito.

9. Conheça e respeite o outro
Ouça com atenção, buscando compreender o que o outro quer dizer.
Ao verbalizar, certifique-se de estar sendo claro e compreensivo com o outro. O outro não é melhor nem pior que você.
Ele é diferente, o que torna necessário o esforço de entendimento de ambos os pontos de vista.
Aceitar e usufruir as diferenças é sabedoria.

10. Amor, intimidade e sexualidade
Relações compulsivas, superficiais, narcisistas são como fast-food: costumam ser atraentes, mas não são nutritivas e podem custar muito caro no médio prazo. Cuide para desenvolver intimidade com pessoas com as quais sinta afinidade.
Cultive a espontaneidade, sinceridade, amizade, alegria e prazer nas trocas afetivas.
Deixe o sentimento fluir: “O amor faz bem ao coração".

11. Centre-se e equilibre-se
Todo dia encontre um tempo para esvaziar-se e estar consigo mesmo.
Use técnicas auxiliares como meditação, respiração e massagens para relaxamento.
Não seja escravo nem de si mesmo. Tenha férias! Contra o stress, o período mínimo de férias é de 21 dias consecutivos.
Tenha férias compatíveis com suas condições físicas, psíquicas e financeiras.
Lembre-se: programas com muitos estímulos são prazerosos para quem está vitalizado.
Não leve em sua bagagem de férias seu chefe, sua empresa, companhias desgastantes, seu computador e malas sem alça.

12. Tenha fé
Uma situação, qualquer que seja, nunca é apenas boa ou ruim. Haverá sempre custos e benefícios.
Quanto mais luz, mais sombra. Nunca se esqueça de que tudo é temporário.
É muito importante preservar-se para a próxima etapa. Você é único, o que te faz valioso.
Confie em Deus. E sempre... sempre... sorria !


Fonte: Jornal Estado de minas
Autora: Acely Gonçalves


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

AMIGOS

Essa poesia de Charles Chaplin, é muito linda...

PRECISO DE ALGUÉM...
Que me olhe nos olhos quando falo.
Que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência.
Preciso de alguém, que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado;
alguém Amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir,
mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.
Neste mundo de céticos, preciso de alguém que creia, nesta coisa misteriosa, desacreditada, quase impossivel de encontrar: A Amizade.
Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder
o meu ouro e não for mais a sensação da festa.
Preciso de um Amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida.
Mesmo que isto seja pouco para as suas necessidades.
Preciso de um Amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite em coro comigo:"Nós ainda vamos rir muito disso tudo".
Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher o meu Amigo.
E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma Amizade Verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

Frase espetacular!!!!!


O olhar é algo que me fascina, me encanta, às vezes até me perturba, mas sempre me atrai.
É um mistério e uma revelação,uma experiência que quando dura pouco é agradável e recompensadora revelando sentimentos e pensamentos mais do que palavras.

sábado, 21 de agosto de 2010


"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa